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Dilma assina decreto para privatizar a Celg D

Dilma assina decreto para privatizar a Celg D

A presidente Dilma Rousseff (PT) assinou ontem o decreto 8.449 que inclui a

estatal federalizada Celg Distribuição no Programa Nacional de Desestatização,

publicado hoje (14/05) na página 01 do Diário Oficial da União.
"Fica designado o Ministério de Minas e Energia como responsável pela execução

e acompanhamento do processo de desestatização da Celg D e o Banco Nacional

do Desenvolvimento Econômico e Social como responsável por contratar os

serviços e prover o apoio técnico necessários à execução da desestatização",

determinou o decreto da presidente petista.
Como antecipado pelo blog no último dia 6, a expectativa do governo estadual

(dono de 49% da Celg D) e da Eletrobras (acionista majoritária) é que a

privatização ocorra no final deste ano, especificamente em novembro.

Tanto o governo federal, via Ministério da Fazenda, como o de Marconi Perillo

(PSDB) esperam que a venda seja rápida para levantar caixa ao ajuste fiscal

da União e do Estado, respectivamente.
Estima-se que a estatal possa valer entre R$ 6 bilhões (estimativa na

Eletrobras) e R$ 8 bilhões (espera o Estado), principalmente com os reajustes

das tarifas de energia (que deve passar de 80% neste ano) ecom a renovação

da concessão pela Aneel, anúncio este esperado para amanhã.

Mas, provavelmente, serão vendidos pouco mais de 50% das ações da

companhia, ou seja, apenas o seu controle acionário. O valor apurado com

a privatização deverá ser dividido praticamente meio a meio entre Eletrobras e Estado.

A inclusão da Celg D no programa de desestatização foi acertada ainda durante

a negociação para a federalização da estatal goiana,  com a transferência do

controle para a Eletrobras em janeiro passado.
Fonte: O Popular

 

 
ELEIÇÕES 2016 - RESULTADO DA ENQUETE PDF 

Eleições 2016

Rafael Júnior lidera enquete para prefeitura

de Minaçu

Jornalista é seguido por Neuza Lúcia e Ian do Samina. Prefeito Maurides Rodrigues é o penúltimo e Gel Farias pode ser a grande zebra da próxima eleição

Uma enquete realizada pelo Portal de Minaçu na internet através do endereço http://www.minacugoias.com.br, com doze nomes, deixa o jornalista Rafael Júnior em primeiro lugar entre os nomes preferidos para a disputa da prefeitura de Minaçu em 2016. Até às 23h desta quarta-feira (13), Rafael aparecia com 59,9% das intenções de voto, sendo seguido pela ex-primeira-dama Neuza Lúcia (12,9%), Ian do Samina (6,0%), Gel Farias (6,0%, Niquelândia (4,7%), Carlos Alberto Leréia (3,4%), José Ivan do Posto (2,3%), o prefeito Maurides Rodrigues (1,8%) a vereadora Rose (1,3%), Joaquim Pires (1,0%), Cida Vereadora (0,5%), e o professor Eduardo Andrade (0,2%).


Atualmente sem partido, Rafael Júnior – conhecido por ser combativo quando editor do jornal Folha do Norte, e crítico da atual política municipal – diz que no momento está sem partido, mas que até o final de maio irá se filiar a uma agremiação partidária, cogitando uma candidatura ano que vem, sem especificar o cargo."Nós estamos felizes com a votação na enquete do Portal Minaçu Goiás, pois isso mostra que o nosso nosso trabalho na imprensa de Minaçu não foi em vão. Fizemos em 5 anos um jornalismo transparente, ético, e tivemos que interromper nossa circulação após tramóia de um empresário com um político que desde o início tinha a intenção de nos calar. Estou surpreso com a votação desta enquete, pois estou fora da cidade desde junho de 2013, mas já estou me fixando na cidade novamente para dirigir um grupo de comunicação que é composto por um portal de notícias, uma rádio e uma TV web. É uma honra ter o nome incluído numa relação que traz gente de peso como a ex-primeira-dama, Neuza Lúcia, o empresário Ian George (Samina), o produtor rural Niquelândia, o também empresário José Ivan, a vereadora e ex-presidente do legislativo de Minaçu, professora Rose, a atual presidente da Câmara, vereadora Cida, o ex-prefeito Joaquim Pires, o professor Eduardo Andrade, e a educadora Gel Farias. São todos meus amigos e possuem um potencial enorme para colocar Minaçu no eixo. Tudo no município vai mal, nada acontece, a cidade está parada.  Minaçu nunca passou por um processo de abandono desse tipo. É triste o estado que se transformou nossa cidade! Não precisamos andar muito para ver tanta desorganização, sujeira, ruas esburacadas. Nunca vi em minha vida uma gestão pública tão insensível aos problemas que atormentam nossa cidade. O que mais me preocupa é saber que nem as avenidas principais são mais vistas como vias indispensáveis para circulação dos cidadãos e acesso aos bairros. Quero deixar claro que acompanho a situação de Minaçu desde 2007, quando cheguei na cidade para trabalhar e morar, e vejo hoje o quanto a mesma piorou", disse Rafael.

Os outros candidatos não comentaram o resultado da enquete até o momento, mas nos bastidores políticos especula-se que Neuza Lúcia deverá mesmo disputar o pleito, pelo PMDB, enquanto Ian do Samina pode anunciar sua saída do PT e engrossar as fileiras do PSD. Diante da gestão conturbada e criticada, cogita-se que Maurides pode abdicar da reeleição para apoiar o ex-deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB) – nem o prefeito nem Leréia foram encontrados para comentar o assunto. É importante destacar que esta enquete apenas faz uma sondagem da opinião dos eleitores, sem atender aos métodos específicos das pesquisas eleitorais mais rigorosas.

Fonte: FN Notícias

Acompanhe, vote na nossa enquete através do endeço: http://www.minacugoias.com.br

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PDF 

Minaçu tem tudo para competir no mercado mundial de terras raras

Previsão é de Paulo de Tarso, diretor-presidente da Mineração Serra Verde

Irineu Rodrigues
Dairão, Wanderson (Serra Verde) e presidente Professora Rose
Dairão, Wanderson (Serra Verde) e presidente Professora Rose

Ao receber o título de Cidadão de Minaçu na noite de sexta-feira (21), o diretor presidente da Mineração Serra Verde, Paulo de Tarso Serpa Fagundes, disse que a jazida de terras raras de Minaçu tem tudo para entrar de forma competitiva no mercado mundial, com um modelo que proporciona processamento mais simples e econômico que o da China, que atualmente domina 90% do volume de minério vendido no mundo.

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Após três meses de afastamento, Fabinho reassume PDF 

Após três meses de afastamento, Fabinho Santana reassume

O vereador Fabinho Santana reassumiu suas funções na Câmara Municipal de Minaçu, participando da reunião ordinária da segunda-feira (8), após ficar três meses afastados por decisão judicial a pedido do Ministério Público estadual que o acusou de envolvimento num esquema de contratação de funcionários fantasmas na Assembleia Legislativa juntamente com o deputado Daniel Messac, na chamada Operação Poltergeist.


Em entrevista ao Diário do Norte o vereador explicou que havia impetrado um mandado de segurança que foi julgado pelo Tribunal de Justiça determinando o seu retorno. O vereador disse que logrou êxito, pois, na acusação contra ele consta apenas a intermediação de um emprego. "Esta é a bandeira número um de todo agente público. A todo instante tem alguém nos implorando para que ajude a encontrar uma oportunidade no mercado de trabalho. E o que eu fiz foi ajudar uma pessoa a conseguir um emprego", explicou. A decisão é do desembargador J. Paganucci Jr.

Por: Irineu Rodrigues

Fonte: Jornal Diário do Norte

 
Maurides manda fechar restaurante popular de Minaçu PDF 

Maurides manda fechar restaurante popular de Minaçu

Espaço funcionou pouco mais de um ano. Prefeitura diz que faltou convênio com OVG

Irineu Rodrigues
Aviso sobre fechamento surpreendeu os fregueses do Restaurante Popular de Minaçu: durou pouco mais de 1 ano
Aviso sobre fechamento surpreendeu os fregueses do Restaurante Popular de Minaçu: durou pouco mais de 1 ano
A comunidade de Minaçu foi surpreendida na quarta-feira 29 de outubro com a informação de que o Restaurante Popular da cidade estava com os dias contados e seria fechado. Um aviso nas paredes da casa informava que o fechamento será por tempo indeterminado até que se viabilize convênio com a Organização das Voluntárias de Goiás (OVG).
O Restaurante Popular foi aberto em Minaçu em setembro do ano passado com uma grande festa patrocinada pelo prefeito Maurides Rodrigues e a primeira-dama Maria Nunes do Nascimento e as presenças do vice-governador José Eliton, do deputado federal Carlos Leréia e de várias outras autoridades.
No aniversário de um ano de funcionamento do restaurante, a primeira-dama Maria Nunes disse que até então a prefeitura vinha arcando com todos os custos do Restaurante Popular uma vez que ainda não tinha conseguido o convênio com a OVG. Naquela oportunidade a primeira-dama informou que já estava tudo acertado com a OVG para celebrar o convênio e, a partir de janeiro de 2015, o Estado repassar o valor relativo à sua participação no projeto. Tal informação foi confirmada pela primeira-dama do Estado, Valéria Perillo, em visita que fez a Minaçu durante a campanha eleitoral.
De acordo com a assessora da primeira-dama, Mônica Lima Barreto, o fechamento temporário é visto apenas com um ´recesso´ para adequações físicas na casa e viabilização do convênio com a OVG. Mônica informou que dos 15 funcionários da casa, oito serão encaminhados a outros setores e sete serão demitidos.
O Restaurante Popular fornecia diariamente, em média, 600 refeições. Cada uma delas, nos cálculos da Secretaria de Ação Social, custa R$ 7,00, sendo que do consumidor é cobrado apenas R$ 1 real.
No ano passado, quando inaugurou a obra, o prefeito Maurides Nascimento disse que o Restaurante Popular era a obra mais importante da sua gestão. O deputado Carlos Leréia também discursou naquela ocasião para afirmar que depois de Goiânia, Minaçu era a cidade que mais recebe recursos do Governo do Estado.
USUARIO DA CASA LAMENTAM FECHAMENTO
- É a política. Passou a eleição, eles não precisam mais de votos". Esta foi a razão encontrada poelo gesseiro Vander Dias, que almoça no Restaurante Popular, de segunda a sexta-feira. "Minha esposa também trabalha, portanto, não dá para comer em casa", disse.
Tatiane Correia Vieira trabalha numa marcenaria próximo ao Restaurante Popular e não tem tempo de ir em casa na hora do almoço. "O espaço de tempo é muito curto, não dá para chegar em casa e ainda fazer comida", disse, acrescentando que a partir de agora vai ter que cozinhar de noite ou de manhã bem cedo. "Eu almoço aqui de segunda a sexta-feira, a partir de agora vou ter que levantar mais cedo para fazer comida, ou então cozinhar de noite", lamentou.
Da mesma forma Valdo Medeiros que trabalha na mesma empresa de Tatiane. "Vou ter que fazer a mesma coisa", disse ele informando que também almoça de segunda a sexta-feira no Restaurante Popular.
Maria Alves Pereira almoça no Restaurante Popular periodicamente. "As vezes eu venho a semana direto, as vezes não venho", disse ela lamentando pelas pessoas que necessitam diariamente das refeições do  Restaurante Popular.
NOTA DA REDAÇÃO
O fechamento do Restaurante Popular em Minaçu é um sinal do que ocorre na gestão de Maurides Rodrigues, tomada de incertezas e falta de transparência. A iniciativa de fornecer refeição ao custo de R$ 1,00 durou apenas um ano e um mês. E certamente só não foi fechada antes em razão das eleições.
Maurides chegou a dizer no ato de inauguração que o restaurante representava para ele a obra mais importante da sua gestão. Alega, agora, que o fechamento é temporário. Mas deve demitir sete pessoas que lá trabalhavam. Informa ainda que está fechando a unidade porque não conseguiu estabelecer convênio com a OVG, gerando desconforto para a primeira-dama do Estado, Valéria Perillo. Afinal, por qual motivo esse convênio não foi fechado ainda? Por que a OVG não quis? Hipótese pouco provável. Em nenhuma outra cidade os restaurantes populares estão sendo fechados. Tudo indica, além da falta de transparência da gestão Maurides, que o convênio não se realizou por falta de documentos da prefeitura.
Fechar o restaurante é punir especialmente as pessoas mais carentes, que tinham essa opção de se alimentarem adequadamente e a um custo baixo, para não dizer simbólico. Fica a dúvida agora: a obra foi apenas eleitoreira ou Maurides não consegue mesmo administrar Minaçu? Com a resposta o eleitor.

Por: Irineu Rodrigues

Fonte: Diário do Norte

 
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