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Após três meses de afastamento, Fabinho reassume PDF 

Após três meses de afastamento, Fabinho Santana reassume

O vereador Fabinho Santana reassumiu suas funções na Câmara Municipal de Minaçu, participando da reunião ordinária da segunda-feira (8), após ficar três meses afastados por decisão judicial a pedido do Ministério Público estadual que o acusou de envolvimento num esquema de contratação de funcionários fantasmas na Assembleia Legislativa juntamente com o deputado Daniel Messac, na chamada Operação Poltergeist.


Em entrevista ao Diário do Norte o vereador explicou que havia impetrado um mandado de segurança que foi julgado pelo Tribunal de Justiça determinando o seu retorno. O vereador disse que logrou êxito, pois, na acusação contra ele consta apenas a intermediação de um emprego. "Esta é a bandeira número um de todo agente público. A todo instante tem alguém nos implorando para que ajude a encontrar uma oportunidade no mercado de trabalho. E o que eu fiz foi ajudar uma pessoa a conseguir um emprego", explicou. A decisão é do desembargador J. Paganucci Jr.

Por: Irineu Rodrigues

Fonte: Jornal Diário do Norte

 
TRÂNSITO: Minaçu tem média de 3 acidentes por dia PDF 

TRÂNSITO: Minaçu tem média de 3 acidentes por dia

A sociedade de Minaçu convive com uma média de três acidentes de trânsito por dia. Em 2014, de acordo com a Polícia Militar, sete pessoas já morreram. "A Polícia Militar faz o registro de acidente com vítima fatal quando ocorre a morte instantânea, no local", explicou o tenente Farias, acrescentando que "depois que a vítima é encaminhada ao hospital, a PM não faz mais o acompanhamento do caso, por isso o número de mortos pode ser ainda maior que o anunciado", observou.

O tenente salientou que a PM tem intensificado o policiamento na tentativa de reduzir o número de acidentes, mas não tem alcançado êxito por que tudo depende da colaboração da população. Nos balanços anuais a média tem sido de três acidentes por dia, no entanto, no relatório de outubro, pro exemplo, foram registrados 114 ocorrências no período de 1º a 29, o que fica muito próximo de 4 acidentes por dia. "Nós sabemos que existem problemas como muitas ruas cheias de buracos, às vezes, o motorista vai se desviar de um buraco e acaba por se envolver num acidente. Por outro lado, em algumas ruas já houve a recuperação do asfalto onde o problema passa a ser a alta velocidade. Temos a Superintendência Municipal de Trânsito (SMT) que tem trabalhado na sinalização das ruas. Nós temos procurado fazer uma fiscalização rigorosa e um trabalho educativo, mas se a sociedade não estiver disposta a participar, a nos ouvir e praticar as normas de segurança, tudo será em vão", lamentou o tenente, avaliando que para uma cidade do porte de Minaçu esta média de acidentes por ser considerada muito elevada. Tenente Farias observou que em Minaçu não existem pistas de alta velocidade. "Não precisa bem placa para avisar que a velocidade máxima permitida é 40 Km/h. Mas a sinalização existe, o que falta é boa vontade e a compreensão da sociedade".
Outro grave problema para o trânsito de Minaçu é a presença de menores no volante que vem sendo combatida. "Nós entendemos que na atualidade muitos pais querem dar aos filhos algo que eles não tiveram quando jovens. E um veículo, seja carro ou moto, é o sonho de todo adolescente. No entanto, todo menor que for flagrado dirigindo será apreendido juntamente com o veículo. O caso é encaminhado ao MP e responderá pela questão o responsável pela entrega da chave do veículo ao menor".

Por: Irineu Rodrigues

Fonte: Jornal Diário do Norte

 
Maurides manda fechar restaurante popular de Minaçu PDF 

Maurides manda fechar restaurante popular de Minaçu

Espaço funcionou pouco mais de um ano. Prefeitura diz que faltou convênio com OVG

Irineu Rodrigues
Aviso sobre fechamento surpreendeu os fregueses do Restaurante Popular de Minaçu: durou pouco mais de 1 ano
Aviso sobre fechamento surpreendeu os fregueses do Restaurante Popular de Minaçu: durou pouco mais de 1 ano
A comunidade de Minaçu foi surpreendida na quarta-feira 29 de outubro com a informação de que o Restaurante Popular da cidade estava com os dias contados e seria fechado. Um aviso nas paredes da casa informava que o fechamento será por tempo indeterminado até que se viabilize convênio com a Organização das Voluntárias de Goiás (OVG).
O Restaurante Popular foi aberto em Minaçu em setembro do ano passado com uma grande festa patrocinada pelo prefeito Maurides Rodrigues e a primeira-dama Maria Nunes do Nascimento e as presenças do vice-governador José Eliton, do deputado federal Carlos Leréia e de várias outras autoridades.
No aniversário de um ano de funcionamento do restaurante, a primeira-dama Maria Nunes disse que até então a prefeitura vinha arcando com todos os custos do Restaurante Popular uma vez que ainda não tinha conseguido o convênio com a OVG. Naquela oportunidade a primeira-dama informou que já estava tudo acertado com a OVG para celebrar o convênio e, a partir de janeiro de 2015, o Estado repassar o valor relativo à sua participação no projeto. Tal informação foi confirmada pela primeira-dama do Estado, Valéria Perillo, em visita que fez a Minaçu durante a campanha eleitoral.
De acordo com a assessora da primeira-dama, Mônica Lima Barreto, o fechamento temporário é visto apenas com um ´recesso´ para adequações físicas na casa e viabilização do convênio com a OVG. Mônica informou que dos 15 funcionários da casa, oito serão encaminhados a outros setores e sete serão demitidos.
O Restaurante Popular fornecia diariamente, em média, 600 refeições. Cada uma delas, nos cálculos da Secretaria de Ação Social, custa R$ 7,00, sendo que do consumidor é cobrado apenas R$ 1 real.
No ano passado, quando inaugurou a obra, o prefeito Maurides Nascimento disse que o Restaurante Popular era a obra mais importante da sua gestão. O deputado Carlos Leréia também discursou naquela ocasião para afirmar que depois de Goiânia, Minaçu era a cidade que mais recebe recursos do Governo do Estado.
USUARIO DA CASA LAMENTAM FECHAMENTO
- É a política. Passou a eleição, eles não precisam mais de votos". Esta foi a razão encontrada poelo gesseiro Vander Dias, que almoça no Restaurante Popular, de segunda a sexta-feira. "Minha esposa também trabalha, portanto, não dá para comer em casa", disse.
Tatiane Correia Vieira trabalha numa marcenaria próximo ao Restaurante Popular e não tem tempo de ir em casa na hora do almoço. "O espaço de tempo é muito curto, não dá para chegar em casa e ainda fazer comida", disse, acrescentando que a partir de agora vai ter que cozinhar de noite ou de manhã bem cedo. "Eu almoço aqui de segunda a sexta-feira, a partir de agora vou ter que levantar mais cedo para fazer comida, ou então cozinhar de noite", lamentou.
Da mesma forma Valdo Medeiros que trabalha na mesma empresa de Tatiane. "Vou ter que fazer a mesma coisa", disse ele informando que também almoça de segunda a sexta-feira no Restaurante Popular.
Maria Alves Pereira almoça no Restaurante Popular periodicamente. "As vezes eu venho a semana direto, as vezes não venho", disse ela lamentando pelas pessoas que necessitam diariamente das refeições do  Restaurante Popular.
NOTA DA REDAÇÃO
O fechamento do Restaurante Popular em Minaçu é um sinal do que ocorre na gestão de Maurides Rodrigues, tomada de incertezas e falta de transparência. A iniciativa de fornecer refeição ao custo de R$ 1,00 durou apenas um ano e um mês. E certamente só não foi fechada antes em razão das eleições.
Maurides chegou a dizer no ato de inauguração que o restaurante representava para ele a obra mais importante da sua gestão. Alega, agora, que o fechamento é temporário. Mas deve demitir sete pessoas que lá trabalhavam. Informa ainda que está fechando a unidade porque não conseguiu estabelecer convênio com a OVG, gerando desconforto para a primeira-dama do Estado, Valéria Perillo. Afinal, por qual motivo esse convênio não foi fechado ainda? Por que a OVG não quis? Hipótese pouco provável. Em nenhuma outra cidade os restaurantes populares estão sendo fechados. Tudo indica, além da falta de transparência da gestão Maurides, que o convênio não se realizou por falta de documentos da prefeitura.
Fechar o restaurante é punir especialmente as pessoas mais carentes, que tinham essa opção de se alimentarem adequadamente e a um custo baixo, para não dizer simbólico. Fica a dúvida agora: a obra foi apenas eleitoreira ou Maurides não consegue mesmo administrar Minaçu? Com a resposta o eleitor.

Por: Irineu Rodrigues

Fonte: Diário do Norte

 
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Minaçu tem tudo para competir no mercado mundial de terras raras

Previsão é de Paulo de Tarso, diretor-presidente da Mineração Serra Verde

Irineu Rodrigues
Dairão, Wanderson (Serra Verde) e presidente Professora Rose
Dairão, Wanderson (Serra Verde) e presidente Professora Rose

Ao receber o título de Cidadão de Minaçu na noite de sexta-feira (21), o diretor presidente da Mineração Serra Verde, Paulo de Tarso Serpa Fagundes, disse que a jazida de terras raras de Minaçu tem tudo para entrar de forma competitiva no mercado mundial, com um modelo que proporciona processamento mais simples e econômico que o da China, que atualmente domina 90% do volume de minério vendido no mundo.

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Obras inauguradas e protestos em Minaçu PDF 

Obras inauguradas e protestos em Minaçu

Irineu Rodrigues
Hanna Lídia, Maurides, Ney Teles, Maria Nunes Vanderlina: investimento
Hanna Lídia, Maurides, Ney Teles, Maria Nunes Vanderlina: investimento

Dos 35 advogados de Minaçu cerca de 25 não compareceram à solenidade de inauguração de reforma do prédio local num protesto silencioso contra a falta de servidores e de juízes. A comarca tem como juíza titular Hanna Lídia, que se encontra em licença maternidade. Todos os atendimentos são realizados pela juíza auxiliar, Vanderlina Tassi, titular da Comarca de Formoso.

Na chegada para a solenidade, o presidente do Tribunal de Justiça, Ney Teles, foi surpreendido por uma faixa cobrando mais servidores e juízes. Em entrevista ao Diário do Norte disse que recebia a manifestação de forma natural uma vez que sua gestão foi marcada por enormes dificuldades. "Quando assumi tinha sido realizado um concurso para contratação de juízes, mas alguns candidatos ingressaram na Justiça paralisando o processo. Eu não tinha como fazer as contratações, nem podia realizar outro concurso. Vencida esta etapa consegui a contratação de 40 juízes e tive de ter muita articulação para atender comarcas como a de Minaçu. É que os juízes, principalmente os primeiros colocados podem fazer escolha, e sempre escolhem cidades que ficam mais ou menos a 200 Kms de Goiânia".
O presidente Ney Teles informou que além disso foi pressionado pela Associação de Magistrados de Goiás a promover os juízes que, inclusive, chegaram a fazer representação contra ele. Ele disse ainda que Goiás necessita hoje de aproximadamente 40 novos juízes e que já tem um novo concurso público em andamento.
Durante os pronunciamentos o presidente da OAB em Minaçu, Mário Campos, também abordou a necessidade de contratação de novos servidores e juízes. Ele afirmou que a Comarca necessita de três juízes e que conta hoje apenas com a titular.  A juíza titular da Comarca, Hanna Lídia, também falou da necessidade de mais servidores e juízes. Foram inauguradas as seguintes obras no Fórum: substituição do telhado, pintura, substituição de aparelhos de ar condicionado, revisão nas instalações elétricas e hidráulicas entre outras.
Maurides tirou 12 servidores
A advogada Nely Fraga informou que a situação do Fórum se agravou ainda mais com o corte feito pelo prefeito Maurides, que retirou 12 funcionários da prefeitura que prestavam serviços ao Poder Judiciário. Nely afirma que tem vários clientes que estão deixando de receber seus benefícios do INSS por falta de juízes para julgar seus processos. "É uma situação muito triste, pois a pessoa é necessitada, tem direito ao benefício, mas o Poder Judiciário não corresponde", disse a advogada observando que os advogados novos, que trabalham basicamente com o Juizado de Pequenas Causas, são os mais prejudicados, pois, praticamente cessou toda a sua fonte de receita.

Por: Irineu Rodrigues

Fonte: Jornal Diário do Norte

 

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